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Elementhus na Consultoria Hibrida

Este é o resumo do post.

Com suporte da comunidade EVOLUTTO, a ELEMENTHUS CONSULTORIA entra no mercado da Consultoria Hibrida a partir de 21/11/2018. É uma nova fase na vida da ELEMENTHUS buscando sempre alternativas que promovam conhecimento aos seus clientes.

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Empreendedor, como elaborar a estratégia do seu negócio?

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O Planejamento Estratégico da sua empresa pode ser conduzido de maneira simples e objetiva, em apenas 5 etapas:

1º ETAPA – Análise do Contexto Externo e Interno

2º ETAPA – Estratégia da Organização

3º ETAPA – Objetivos Estratégicos

4º ETAPA – Análise de Riscos & Oportunidades

5º ETAPA – Plano de Ação

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 1º ETAPA – Análise do Contexto Externo e Interno

A Análise do Contexto Interno e Externo permite a sua organização a levantar e obter informações necessárias e úteis para definir a sua estratégia de acordo com os propósitos de negócio, ou seja, sua Missão, sua Visão e Valores.

2º ETAPA – Estratégia da Organização

A Análise de Estratégia da organização pode ser conduzida com uma Matriz SWOT onde ficam definidas: Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças. A análise do ambiente interno determina suas forças e fraquezas. E a análise do ambiente externo é que possibilita a definição das oportunidades e ameaças.

O ambiente interno é definido como aquele sobre o qual a empresa tem controle. Isto é, tem como agir sobre ele. É neste domínio que você encontrará as forças e fraquezas de sua empresa. Portanto, todos os fatores sobre os quais é possível intervir são parte do ambiente interno, como seu pessoal, maquinário, políticas de vendas, tecnologias empregadas, softwares e sistemas de gestão, frotas de veículos, rede de filiais, carteiras de clientes, a cultura organizacional, capacidade de investimento etc. O ambiente externo: fatores sobre os quais a empresa não tem controle, como o clima, taxa de juros, mudanças de legislação, câmbio, desastres naturais, políticas ambientais, guerras, embargos econômicos, crises econômicas, eleições etc.:

3º ETAPA – Objetivos Estratégicos

É necessário desdobrar a estratégia da sua organização para os seus processos da sua empresa. É proposto que este desdobramento seja realizado em 5 perspectivas: Financeira, Comercial, Operação, Pessoas e Meio Ambiente; Pode ser estabelecido um objetivo ou mais para cada perspectiva descrita acima. Outra alternativa para sua empresa é definir outra perspectiva como Manutenção, Marketing, Logística, etc. de acordo com sua estratégia ou cultura da sua empresa.

4º ETAPA – Análise de Riscos & Oportunidades

O processo de gestão de riscos e oportunidades consiste no conjunto de atividades coordenadas destinadas a lidar com eventos que podem afetar a estratégia da sua empresa, assim como aos objetivos organizacionais.

As etapas clássicas desse processo são reconhecer ou identificar riscos e oportunidades; analisar riscos e oportunidades; avaliar e priorizar riscos e oportunidades; responder aos riscos e as oportunidades significativos, mediante controles e outras respostas; e monitorar e analisar o desempenho da gestão de riscos e oportunidades, conforme mapa esquemático a seguir.

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5º ETAPA – Plano de Ação

Agora, é necessário controlar todas ações estabelecidas no Planejamento Estratégico para controlar sua implantação:

  • O que será feito;
  • O efeito esperado;
  • Quem fará;
  • Abrangência;
  • Recursos Necessários (valores, materiais, pessoas, etc.);
  • Data Limite de Implantação;
  • Eficácia das ações.

Assim, é possível monitorar e controlar a implantação das ações necessárias para a realização da estratégia da sua organização.

A ELEMENTHUS propõe que sua organização revise anualmente a estratégia da sua empresa através da visita a esta metodologia, ou quando aconteça algum fato relevante que impacte sua estratégia.

Precisa de suporte Empreendedor? Entre em contato com a ELEMENTHUS no +55 11 9 7207 8715 ou no email asjorge@gmail.com

 

 

Análise de Não Conformidades

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A análise de desvios e perdas é o processo de compreender a natureza e determinar o nível de perda causada pelo desvio, de modo a subsidiar a avaliação e o tratamento dos desvios.

Uma das alternativas para analisar os desvios e as perdas é considerar tanto a frequência da ocorrência destes, assim como a medida das consequências, dos impactos causados por estes desvios. Desse modo, o nível de perda pode ser expresso pela combinação da frequência de ocorrência do desvio e das consequências resultantes causadas pelo evento, ou seja, do impacto gerado pela ocorrência do desvio.

O resultado final desse processo será o de atribuir a cada desvio identificado uma classificação, tanto para a frequência de ocorrência como para o impacto causado pelo desvio, cuja combinação determinará o nível do desvio. A identificação de fatores que afetam a frequência e as consequências também é parte da análise de desvios e perdas, incluindo a apreciação das causas dos desvios e das perdas, das fontes causadoras dos desvios e das consequências, expressas em termos tangíveis ou intangíveis.

Dependendo das circunstâncias, a análise de desvios e de perdas pode ser qualitativa, semi-quantitativa ou quantitativa, ou uma combinação destas, e ser mais ou menos detalhada. O método e o nível de detalhamento desta análise podem ser influenciados pelos objetivos, pela natureza do tipo de desvio e perda, pela disponibilidade de informações e de recursos, pela maturidade da organização em gestão de desvios e perdas.

Os métodos qualitativos definem o impacto, a frequência e o nível de desvio, por exemplo, por qualificadores como “alto”, “médio” e “baixo”, com base na percepção dos colaboradores da organização.

Os métodos semi quantitativos usam escalas numéricas previamente convencionadas para mensurar a consequência e a frequência, os quais são combinados, por meio de uma fórmula, para produzir o nível de desvio.

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Os métodos quantitativos estimam valores para as consequências e suas frequências a partir de valores práticos e calculam o nível de desvio a partir de unidades específicas definidas no desenvolvimento do contexto. Observe-se que a análise quantitativa necessita de dados factuais e, devido à falta dessas informações ou ao grau de esforço exigido, poderá não ser sempre possível ou desejável.

Nesses casos, de acordo com a utilização de um método qualitativo ou semi quantitativo, baseado na opinião de especialistas, pode ser suficiente e eficaz. Em análises qualitativas e semi quantitativas, considerando que a lógica seguinte seja que o nível de desvio é proporcional tanto à frequência como ao impacto, a função ‘Desvio’ pode ser essencialmente um produto dessas variáveis.

Desvio = Frequência X Consequência

Contudo, essa relação simples pode não refletir relações não lineares, sendo necessário, assim, incluir um fator de ponderação para um dos componentes (frequência  ou consequência), de modo a atingir a escala relativa necessária entre eles. Além disso, um operador exponencial pode ser necessário para um ou ambos os componentes, como no exemplo a seguir:

Desvio = (Frequência) x (Consequência) x (fator de ponderação y)

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Como identificar um desvio ou uma perda?

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A identificação dos desvios é o processo de reconhecimento e descrição dos desvios que ocorrem no dia a dia nos processos das empresas, tendo por base várias fontes de informação, contemplando as partes interessadas internas e externas.

O objetivo é produzir uma lista abrangente de desvios, entre eles:

  • Reclamação de Cliente;
  • Perda de produto ou Serviço Inadequado;
  • Incidentes Ambientais;
  • Acidentes trabalhistas;
  • Atraso na entrega de um Fornecedor;
  • Outros eventos que possam ter algum impacto no atendimento das empresas.

Ao planejar o sistema de gestão, a organização, considerando o seu contexto e as partes interessadas, deve identificar os desvios e as perdas que precisam ser abordados para:

  1. a) assegurar que o sistema de gestão possa reduzir o impacto destes desvios e perdas nos seus resultados;
  2. b) eliminar, se possível, os desvios e as perdas ao longo do tempo;
  3. c) prevenir, ou reduzir, desvios e perdas;
  4. d) alcançar melhoria dos seus processos.

 

Em muitos casos, a identificação dos desvios e das perdas em múltiplos níveis é útil e eficiente. Em etapa inicial ou preliminar, pode-se adotar uma abordagem de identificação dos desvios top-down, que vai do geral para o específico. Primeiro, identificam-se desvios e perdas em um nível geral ou superior como ponto de partida para se estabelecer prioridades para, em segundo momento, identificarem-se e analisarem-se desvios e perdas em nível específico e/ou mais detalhado. Pode-se, por exemplo, primeiramente identificar desvios e perdas aos objetivos estratégicos da companhia e, posteriormente, desvios e perdas que afetam processos prioritários a um nível mais tático e operacional.

A identificação dos desvios e das perdas pode basear-se em dados históricos, análises teóricas, opiniões de pessoas informadas e especialistas, assim como em necessidades das partes interessadas. Convém que pessoas com conhecimento adequado sejam envolvidas na identificação dos desvios e que a organização utilize ferramentas e técnicas de identificação de desvios e perdas que sejam adequadas aos seus objetivos, às suas capacidades de tratamento e de prevenção de desvios e perdas. Envolver a equipe também ajuda a criar a responsabilidade em relação ao processo de gestão de lições aprendidas e o comprometimento em relação ao tratamento destas falhas.

A documentação dessa etapa geralmente inclui:

(a) a origem do desvio ou perda: o escopo do processo, projeto ou atividade coberto pela identificação;

(b) os participantes do processo de identificação das perdas;

(c) a descrição dos desvios e perdas.

 

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Sua empresa sabe como tratar uma Não Conformidade????

 

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O processo de Gerenciamento de Lições Aprendidas, ou de Tratamento de Desvios, consiste no conjunto de atividades coordenadas destinadas a lidar com os desvios reais e / ou potenciais (entre eles destacam-se reclamações das partes interessadas, devoluções, não atendimento de requisitos legais, acidentes do trabalho, vazamentos, etc.) que podem afetar diretamente os objetivos da sua empresa.

Com 20 anos de experiência profissional, sendo 11 como Consultor e Auditor em Gestão das Empresas, onde conheci a realidade do dia a dia dos profissionais de vários tipos de mercados, o tratamento de desvios, das famosas “não conformidades” é o grande desafio das organizações hoje em dia, independente do seu porte e do mercado onde sua empresa atua.

Podemos destacar alguns desafios sobre este tema:

  • Ausência de suporte da Liderança das empresas sobre este assunto, na definição de recursos e dos responsáveis deste tema;
  • Falta de definição de responsabilidades pelas etapas da resolução dos desvios;
  • Falha na identificação dos desvios;
  • Ausência de definição da significância dos desvios;
  • Falha de identificação das causas dos desvios;
  • Falta de priorização das ações estabelecidas para tratamento dos desvios;
  • Ausência de monitoramento da eficácia das ações;
  • Falta da consolidação de um banco de dados das lições aprendidas;
  • Falha na comunicação do desempenho sobre o gerenciamento de lições aprendidas.

Baseado nesta experiência, a ELEMENTHUS propõe uma metodologia simples e objetiva, em 6 etapas:

(A) Reconhecimento ou identificação dos desvios com a definição de responsabilidade do tratamento destes;

(B) Análise dos desvios identificados;

(C) Avaliação e priorização dos desvios;

(D) Tratamento aos desvios significativos, com ações apropriadas e adequadas;

(E) Monitoramento da efetividade das ações, com criação de um banco de dados com as lições aprendidas;

As etapas do Gerenciamento das Lições Aprendidas consistem em 5 etapas que podem ser representadas na figura abaixo:

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Seu líder te apoia no tratamento de desvios?

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Os papéis e as responsabilidades da Liderança e dos colaboradores da organização devem ser claramente definidos para que todos entendam os limites de suas responsabilidades e como os seus cargos devem atuar, inclusive, quanto o tema em questão for tratamento dos desvios.

A Liderança traz consigo a responsabilidade e o dever de prestar contas sobre o estabelecimento dos objetivos da organização em todos os processos, incluindo a definição de estratégias para alcançá-los e o estabelecimento de estruturas e processos para melhor atender a estratégia da companhia: O gerenciamento dos desvios deve fazer parte desta estratégia!

Além desta responsabilidade, a Liderança deve buscar o envolvimento no tratamento dos desvios durante todas as etapas do tratamento, não apenas delegando suas responsabilidades. Esse talvez seja o principal desafio no tratamento dos desvios: garantir que o envolvimento das Lideranças seja efetivo!!!!

O que pode ser feito?

  • Os custos e as perdas financeiras devem ser medidos ao longo do tempo juntamente com outras características dos desvios como: Origem dos Desvios, Partes Interessadas, Riscos e Oportunidades Associados aos Desvios, para que seja possível estabelecer as prioridades;
  • A Liderança deve avaliar se os desvios estão diminuindo ou aumentando ao longo do tempo, se custos com os desvios, retrabalhos e perdas, incluído o tratamento das consequências causadas pelos desvios, estejam reduzindo ao longo do tempo;
  • Definir um conjunto de papéis e responsabilidades suficientes para a estruturação da gestão de desvios aos gestores dos processos, considerando os contextos interno e externo da organização, a complexidade de suas operações, o sistema de gestão vigente e os recursos disponíveis;
  • Considere que Gestores (Líderes de cada Processo) são diretamente responsáveis por apoiar a cultura de tratamento dos desvios dentro dos seus processos, conforme metodologia estabelecida pela organização;
  • Avaliar a necessidade ou não da definição de uma função específica para coordenar as atividades de gestão de desvios, fornecendo suporte técnico aos gestores dos processos e monitorando riscos e oportunidades mais críticas;

 

  • Garantir condições para que a auditoria interna cumpra suas responsabilidades de avaliar se os processos de gerenciamento de desvios e controles estão implementados de maneira eficaz e se os maiores riscos e maiores oportunidades da organização são gerenciados adequadamente em todos os níveis da organização, bem como de manter a Liderança informada sobre estes fatos;
  • A partir da identificação dos desvios, ações de contenção devem eliminar as consequências dos desvios. Por exemplo, a substituição de um produto com defeito ou fora da especificação imediata junto ao cliente sem nenhum tipo de discussão com este, é um bom exemplo de tratamento da consequência de um desvio, neste caso, com o objetivo de evitar uma perda maior ao cliente, como a possível perda de um contrato;
  • Durante o processo de tratamento dos desvios, é necessário que as principais causas sejam identificadas para que ações corretivas sejam estabelecidas para evitar a recorrência das mesmas perdas em sua organização;
  • Para garantir o envolvimento de todos, a comunicação em todo o processo de resolução de problemas deve estar presente para garantir que as informações sejam transmitidas claramente e sem ruído;

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Aprender sobre Lições Aprendidas

As organizações, independente do seu porte, possuem muita dificuldade em solucionar seus desvios, suas reclamações, seus acidentes, suas perdas, ou seja, as organizações tratam muito bem das consequências dos eventos indesejáveis, mas tem muita dificuldade em identificar as causas e estabelecer ações para eliminar as causas e por fim, evitar a recorrência dos desvios e consequentemente, a recorrência das perdas.

Quando ocorre, por exemplo, uma reclamação do cliente, as organizações, na sua grande maioria, não medem esforços para eliminar e tratar o problema do cliente, contudo têm muita dificuldade em estabelecer ações que eliminem as fontes geradoras das reclamações, principalmente antes da ocorrência das reclamações ou que evitem a recorrência dos mesmos tipos de reclamações.

Após 10 anos avaliando o sistema de tratamento de desvios de vários tipos de organizações e de vários tamanhos, pude identificar alguns temas que impedem um tratamento razoável dos desvios:

  • Apoio da Liderança em identificar a real causa dos desvios;
  • Falta de disciplina na aplicação da metodologia definida e estabelecida para tratamento dos desvios;
  • Falha na definição dos temas críticos dos desvios para que a empresa possa focar nos principais e significativos desvios a gestão das empresas;

                Em um processo de tratamento das Lições Aprendidas, é importante que sua organização:

  • Institua, se possível, um grupo de trabalho ou utilize um comitê já formado para dar impulso inicial ao tratamento das Lições Aprendidas;
  • Combine como a Liderança poderá fomentar a aprendizagem sobre o tema, por exemplo, pautando-o nas reuniões gerenciais ou comitês e até mesmo em reuniões com os operadores;
  • Participe de cursos e seminários sobre tratamento de desvios, estude os principais referenciais sobre o tema e consulte especialistas;
  • Conheça a experiência de outras organizações que já avançaram em gestão de desvios e as iniciativas da própria organização para lidar com os desvios de forma sistematizada em algum departamento ou processo, inteirando-se dos benefícios que estão sendo colhidos;
  • Estabeleça indicadores para medir os principais desvios para direcionar a energia para os principais temas dos desvios;
  • Debata sobre como a gestão de desvios pode contribuir para que a organização avance no cumprimento de sua missão e de seus objetivos institucionais;

Sua empresa precisa de ajuda para aprender com os erros? Entre com a ELEMENTHUS no email asjorge@gmail.com e whatsapp +55 11 9 7207 8715

Você quer melhorar a Comunicação da sua empresa?

Imagem4Com experiência de 22 anos no mercado, sendo 10 destes como Consultor em Gestão de Negócios, tive a oportunidade de passar por mais 500 empresas, de todos os portes, de vários segmentos, ora como Consultor ou como Auditor em Projetos de Certificação. Sem sobra de dúvida, a Comunicação é o principal gargalo de gestão em mais de 90% destas organizações.

Vamos iniciar este tema importante, Comunicação, lembrando dos personagens em qualquer Canal de Comunicação: o Emissor, o Meio e o Receptor. Em muitas vezes, esquecemos de qualquer tipo de comunicação que emitimos é influenciada diretamente tanto pelo meio que ela percorre, assim como pelo receptor da mensagem.

Hoje, com as mídias sociais em efervescência, canais de comunicação como Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn são fundamentais na gestão do seu negócio e devem ser controlados com qualidade e com a atenção e importância que cada um merece: uma simples emissão de uma opinião política particular em uma mídia social pode declarar a falência do seu negócio.

É necessário estabelecer um fluxo de comunicação claro e objetivo, com todas as partes interessadas envolvidas pelo seu negócio para evitar que ruídos distorcem as informações e os dados que chegam e alimentam o seu negócio.

É importante considerar que os stakeholders, tanto internos e externos, do seu negócio possuem expectativas e necessidades diferentes, o que acaba influenciando diretamente o canal de comunicação que você precisa estabelecer junto a estes.

Sua organização DEVE identificar as necessidades e as expectativas das partes interessadas e monitorar como estas estão sendo atendidas. É necessário que sua organização estabeleça uma metodologia para obter, monitorar e analisar criticamente as percepções das suas partes interessadas reais e se possível, das suas partes interessadas potenciais para promover a expansão do seu negócio.

Parte Interessada

Expectativas Necessidades
   

 

Baseado nisto, na estruturação do seu negócio, você deve controlar a qualidade das comunicações internas e externas pertinentes ao seu negócio, incluindo:

  1. a) sobre o que comunicar;
  2. b) quando comunicar;
  3. c) com quem se comunicar;
  4. d) como comunicar;
  5. e) quem comunica.

Com uma simples Matriz de Comunicação, demonstrada abaixo, você será capaz de definir os principais fluxos de comunicação associados ao seu negócio, evitando que ruídos indesejáveis de comunicação atrapalhem o seu negócio.

 

Matriz de Comunicação

 

Parte Interessada

(Com quem se comunicar)

Assunto / Tema

(O que comunicar)

Responsável

(Quem comunica)

Momentos

(Quando comunicar)

Canal de Comunicação (Como comunicar)

         

 

Para que qualquer tipo de relacionamento seja saudável,  a comunicação talvez seja o fator mais importante:  Para os partes interessadas da sua empresa, isso não é diferente!

A comunicação poderá facilitar a resolução de muitas situações, inclusive nas quais as partes interessadas encontram-se irritadas ou decepcionadas por conta de algo que não tenha saído conforme o esperado. Além disso, na era das redes sociais, onde a divulgação da imagem da empresa na web é primordial, qualquer descontentamento por parte de qualquer parte interessada poderá ser exposto e propagado rapidamente por esse meio.

Sendo que o contrário também vale, ou seja, qualquer avaliação positiva do negócio faz com que ele se torne cada vez mais relevante. Portanto, é bom caprichar no tratamento que é disponibilizado para a parte interessada para conseguir transmitir a imagem de que a empresa é uma grande aliada do consumidor.

Quer melhorar a comunicação com as partes interessadas sua empresa? Entre em contato com a ELEMENTHUS +55 11 9 7207 8715 ou no email: asjorge@gmail.com

Manutenção: Custo ou Investimento?

 

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A infraestrutura e o ambiente de trabalho figuram como questões importantes na entrega dos produtos e serviços de qualquer empresa, independente do seu porte, uma vez que afetam diretamente a rotina das pessoas que fazem essa entrega e principalmente, das pessoas que recebem esta entrega, ou seja, seu CLIENTE. Isso pode ser um ponto muito forte ou muito fraco de sua empresa. Neste momento, torna-se necessário entendermos os recursos, a infraestrutura e o ambiente de trabalho da sua empresa para que possamos torná-los pontos positivos e não negativos.

Assim, surge o tema: Manutenção: Custo ou Investimento???

Para a grande maioria dos gestores e empreendedores, o tema Manutenção é encarado como um custo, pois afeta diretamente o custo do seu produto ou do seu serviço. Em muitas circunstâncias, torna-se difícil identificar e medir o valor de uma “NÃO QUEBRA DE UMA MÁQUINA OU EQUIPAMENTO” pois, o primeiro impacto na sua linha de produção é a não fabricação do produto, ou seja, redução do volume de produção para uma atividade de manutenção que não pode, em sua maioria das vezes, ser considerado efetiva ou não.

Olhar a Manutenção como investimento, ainda é um paradigma, pois, na maioria das vezes, ainda não é possível garantir que uma máquina possa a vir quebrar mesmo com as manutenções preventivas e preditivas realizadas dentro da sua programação.

Quanto ao ambiente de trabalho, esse conceito tem mudado drasticamente nos últimos anos. Essa mudança não é à toa, ela vem junto com a mudança do comportamento do ser humano nas relações de trabalho.

Nos anos 70 e 80 o conceito de empregabilidade era sustentado por relações de trabalho duradouras, muitas vezes acima dos 20 ou 30 anos – quanto mais tempo de trabalho numa única empresa, melhor e maior sua empregabilidade. Essa relação mantinha certo equilíbrio entre empregado e empregador. O empregado buscava ter estabilidade, mesmo que isso significasse certa estagnação profissional ao longo da sua carreira, portanto, as empresas costumavam manter seu quadro de funcionários e por sua vez os funcionários não trocavam de emprego.

Essa relação foi harmoniosa até o final dos anos 80 e o ambiente de trabalho não era algo considerável nesse contexto, a estabilidade de emprego valia mais do que ter um ambiente confortável ou produtivo.

No início dos anos 90, com a abertura da economia o mercado brasileiro passou a ser fortemente atacado pelos concorrentes internacionais e muitas empresas quebraram ou tiveram que se readequar rapidamente a essa dura e permanente realidade – a globalização batia a porta das empresas brasileiras. O mundo não tinha mais fronteiras comerciais!

Obviamente o profissional brasileiro não estava preparado para isso! A geração de profissionais das décadas de 70 e 80 não sentia a necessidade de se aperfeiçoar, afinal de contas, não havia concorrência. A oferta de vagas supria razoavelmente a entrada de novos trabalhadores no mercado de trabalho, mas agora o trabalhador brasileiro passou a ser ameaçado pelo trabalhador americano, europeu e principalmente, pelos asiáticos.

Tínhamos uma realidade onde o parque fabril brasileiro não sofria modernização desde a vinda das multinacionais na década de 60, os profissionais buscavam o mínimo de profissionalização necessária para se manterem empregados e o ambiente de trabalho acompanhava essa inércia. Os espaços de trabalho eram muito formais, iguais e entediantes. Não havia necessidade de inovação, conforto, tecnologia e principalmente ou respeito aos valores humanos. Um exemplo disso é que era permitido (e normal) fumantes dentro do escritório!!

Mas a sociedade começou a mudar no mundo todo e aqui no Brasil não foi diferente. A primeira coisa é que os profissionais começaram a perceber que a qualificação passou a ser constante e necessária. Não bastava apenas ter uma especialização, mas ser multifuncional, flexível, ser atual, etc. A relação entre empregado e empregador tornou-se mais frágil e o conceito de empregabilidade mudou – estabilidade não era mais sinônimo de competência, pelo contrário, quanto mais experiências diferentes, mais qualificado é o profissional num ambiente que exige multifuncionalidade.

Passados muitos anos, atualmente temos um ambiente de trabalho totalmente modificado. A começar pelo respeito aos valores humanos! Cada vez mais os profissionais têm escolhido trabalhar em empresas que possuem os mesmos valores que eles têm, preservando a essência humana na sua plenitude. O respeito ao próximo, o respeito ao meio ambiente, o respeito a sociedade e ao diálogo passaram a ser fundamentais nesse ambiente competitivo e cada vez mais corrido.

E o que é o ambiente de trabalho hoje?

É o local que proporciona isso e muito mais! O local de trabalho tem que contribuir para tudo isso. Os móveis são ergonomicamente melhores, a temperatura é melhor, os materiais são recicláveis, a alimentação é mais saudável, a tecnologia é uma facilitadora, literalmente as paredes caíram e os locais são mais amplos e acessíveis, as vestimentas são mais informais, a qualidade é melhor que a quantidade, o diálogo é fundamental e a flexibilidade é essencial na relação de trabalho.

Isabel Sobral, sócia diretora da Future Brand São Paulo comenta que no projeto desenvolvido para a nova sede da empresa Nestlé, em São Paulo, eles tiveram que “reinventar os recursos do local de trabalho para permitir formas mais eficazes de se trabalhar, incentivar a criatividade e a inovação. ” A Futura Brand São Paulo buscou trazer uma experiência imersiva aos funcionários apoiando-se nos valores dos produtos e da própria empresa, segundo a Isabel.

O ambiente de trabalho não é mais o local de trabalho, é um local de convivência. Ele tem que ser um espaço onde as pessoas se sintam bem, fazendo o bem, agregando valor para si e para a sociedade e gerando algo de bom para as próximas gerações.

Podemos dizer que investir no local de trabalho hoje é uma das ferramentas de atração e retenção de talentos das empresas! Quem não investir nisso, certamente terá dificuldades de contratar e manter boas pessoas no seu quadro de funcionários.

Baseado nesta visão, o processo de Manutenção passa a ser fundamental e vital para todas as empresas, independente do seu porte!

Autores:

Igor Davelli  – Consultor em Facilities – Whatsapp +55 11 9 5552 9823 – Email: igor.davelli@gmail.comhttps://www.linkedin.com/in/igor-davelli-a0510353/

Alexandre Simões Jorge – Consultor em Gestão – Whatsapp +55 11 9 7207 8715 – Email: asjorge@gmail.comhttps://www.linkedin.com/in/alexandre-jorge-5490ab23/

Como implementar a gestão de inovação nas empresas?

O processo de Inovação atualmente passa a ser fundamental nas empresas, pois a necessidade de buscar melhorias, inovações no seu produto e / ou serviço é praticamente obrigatória em função do surgimento de novas tecnologias, novos concorrentes, novas demandas dos clientes, etc.

A gestão de inovação nas empresas é responsável por sistematizar o processo de inovação, determinando quantas etapas e quais rotinas ele terá, quais recursos humanos, materiais, financeiros e tecnológicos, ou seja, quais investimentos internos e/ou externos serão aplicados nele e estabelecendo a estrutura hierárquica e decisória que será praticada para viabilizar a geração de resultados.

O papel da gestão de inovação nas empresas deve estar presente na estratégia, pois se vincula às questões de sustentabilidade do negócio. Portanto, a Liderança da sua empresa precisa estar diretamente envolvida nas rotinas de inovação.

A gestão de inovação na sua empresa só se tornará realidade se há abertura para novas ideias, pessoas engajadas — que vai determinar o quanto a sua empresa está disposta a investir para obter o retorno estimado, mas ainda incerto em função dos riscos associados a nova mudança, ou seja, a própria inovação.

A gestão de inovação nas empresas tem o objetivo de gerar resultados e, como o que não é medido não é gerenciado — como disse Peter Drucker, o guru da Administração —, é imprescindível definir indicadores de desempenho para acompanhar cada etapa do processo de inovação.

Veja uma proposta de ações essenciais para fazer a gestão da inovação na sua empresa:

  • Destaque a gestão da inovação na sua empresa
  • Fomente a cultura de inovação na sua equipe
  • Considere a inovação no seu planejamento estratégico
  • Descubra e implemente novas ideias
  • Comunicar as ideias inovadoras
  • Viabilize os investimentos em inovação
  • Determine indicadores de desempenho

Quer aprimorar a Gestão da Inovação da sua empresa? Entre em contato com a ELEMENTHUS – Whatsapp: + 55 11 9 7207 8715 – Email:asjorge@gmail.com

A importância das Auditorias de Gestão Interna no seu Negócio

O valor das Auditorias para o seu negócio

A Auditoria de Gestão Interna, ou Self Assessment, ou Auto Avaliação é uma boa prática de gestão, pois permite a sua organização avaliar se a organização está caminhando na direção desejada: Verificando se o planejamento estratégico está sendo implementado, avaliando o atendimento dos objetivos e metas do seu negócio, analisando se os principais riscos estão sendo mitigados e se as principais oportunidades estão sendo alavancadas, etc.

O processo de Auditoria deve ser fundamentado no bom e velho PDCA:  Planejamento, Realização, Verificação e Análise Crítica:

  1. Planejamento: É estabelecido uma agenda dos processos que serão avaliados, é estabelecida a equipe auditora com a competência necessária para avaliar os processos, são estabelecidos os recursos necessários para a realização da auditoria com pessoas nos processos para atender a auditoria, assim como questões de logística para a equipe auditora, se necessário;
  2. Realização: É a execução da agenda da auditoria onde são verificados os atendimentos ao planejamento dos processos (ou famosos procedimentos) e são identificados os desvios, ou seja, as práticas que não atendem o planejamento previsto para o processo;
  3. Verificação: Deve ser analisado se a agenda da auditoria foi atendida e se os resultados planejados foram cumpridos;
  4. Análise Crítica: Os resultados obtidos são analisados criticamente para avaliar se a sua empresa está indo na direção planejada por sua liderança, para verificar as principais ações necessária para melhorar a gestão dos processos, etc.

Contudo ainda se encontra muito resistência nesta prática de gestão, pois em muitas organizações, de maneira equivocada, as Auditorias de Gestão acabam sendo utilizadas como parâmetro de avaliação de alguns profissionais ao invés de avaliar a maturidade dos processos da sua organização. Assim, é importante quebrar este paradigma para permitir que as Auditorias de Gestão, tanto interna quanto externa, possam ser utilizadas como ferramentas para alavancar os processos e não para criticar o trabalho de alguns profissionais da sua organização.

Assim, algumas dicas para uma Auditoria de Gestão agregar valor:

  1. Não busque culpados e sim, soluções de melhorias nos processos: O segredo é a TRANSPARÊNCIA;
  2. Avalie todos os processos, inclusive os de apoio, como, Financeiro por exemplo;
  3. Use uma equipe auditora qualificada, que tenha experiência no negócio da sua empresa;
  4. Cuidado com o tempo de avaliação dos processos: economizar no tempo pode impedir uma boa amostragem da auditoria;
  5. Uma comunicação simples e objetiva é fundamental durante todas as etapas da auditoria interna.

Quer fazer uma Auditoria Interna que agregue valor a sua organização? Entre em contato com a ELEMENTHUS – Whatsapp 55 11 9 7207 8715 e email asjorge@gmail.com